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terça-feira, 28 de julho de 2009

8 motivos para você começar a malhar

O frio derruba qualquer tentativa de acordar mais cedo para praticar exercícios. Que tal ver o lado bom das coisas? Malhação no inverno traz muito mais benefícios
Um tempo só seu
Ninguém discorda que para sobreviver nos dias de hoje, não basta ser mulher, e sim Super-Mulher. São tantas responsabilidades que às vezes acabamos esquecendo das nossas necessidades. Separe pelo menos meia-hora do seu dia para praticar exercícios e durante ela, concentre-se na sua vida, no que você precisa fazer, no que você realmente quer... Esse contato com o seu 'eu' é uma forma de autoconhecimento e acredite, é neste tempo que podem surgir as melhores idéias ou até mesmo soluções para problemas do dia a dia.

Conhecer gente nova
Se você é do tipo mais agitada, gosta de conversar e leva uma vida social agitada, este é o melhor momento para se matricular na academia. Lá, além de malhar, você vai conhecer pessoas, interagir e se divertir. Malhar não vai ser apenas uma 'obrigação'. Dica:Nesta época, as academias fazem diversas promoções para atrair mais clientes. Aproveite e economize!


Emagrecer
Perder peso é o atrativo mundial que leva as pessoas a malharem. Você ainda tem dúvidas de que seu corpo expulsa gordurinhas quando você malha? Dica: Dê uma passada no shopping ou em loja de esportes e invista no visual fitness. Toda mulher adora roupas novas, e com elas, não há desculpa para sabotar os exercício!


Contagem regressiva para o verão
Contagem regressiva para o verão! Você tem cerca de 6 meses para conquistar aquele corpão antes de enfrentar o biquíni. É tempo suficente para afinar a cintura, modelar o bumbum e tonificar as coxas. Por tanto, esqueça o hábito de começar a frenquentar a academia só a partir de setembro. A hora é agora!






sexta-feira, 24 de julho de 2009

O ambiente do trabalho estressante e a sua saúde

Em um estudo de 208 trabalhadores masculinos no Japão, a obesidade foi associada com a tensão e a ansiedade psicológicas, devido às altas exigências
do trabalho.
Estes autores publicaram uma relação inversa entre os altos níveis de estresse no trabalho e a preocupação com uma alimentação que engordasse menos.
Um estudo atual (Whitehall II) examinou 10.308 empregados civis entre 35 e 55 anos e o estresse do trabalho foi avaliado pelo questionário da tensão do trabalho (Job Strain Questionnaire) e envolvido com: escasso suporte social no trabalho, demandas elevadas das tarefas e baixo controle de trabalho.
O estresse ocupacional foi associado com o risco aumentado de 1.73 vezes para a obesidade e elevação de circunferência da cintura (marcador de obesidade visceral) em 1.6 vezes.
Havia relação entre o número dos relatórios referindo estresse e obesidade.
Os homens sofreram mais os efeitos negativos da tensão do trabalho, em termos de obesidade, do que as mulheres.
As mulheres não experimentaram um aumento significativo da obesidade e da cintura com estresse.
A falta de apoio social era o fator singular e o mais importante da tensão do trabalho em aumentar o risco da obesidade, neste estudo.
O estudo seguiu analisando prospectivamente os indivíduos e empregando medidas na melhoria do estresse de trabalho para os participantes avançarem com suas carreiras.
Entretanto, o estudo foi limitado, examinando um grupo muito específico dos empregados -- empregados civis -- em um país do primeiro mundo.
Obesidade + estresse no trabalho = risco de doença cardiovascular Evidências apontam que não só o excesso de peso, mas também fatores relacionados com o estresse no trabalho aumentam a prevalência das doenças cardiovasculares.
Em um estudo de quase 7.000 indivíduos, a prevalência de fumar elevou-se entre os indivíduos estressados no trabalho, e os trabalhadores com pequeno poder de decisão eram também os mais prováveis de serem sedentários.
Entretanto, nenhum fator de ambiente do trabalho neste estudo foi relacionado independentemente a IMC aumentado.
Uma análise de 609 trabalhadores na França encontrou que a tensão do trabalho aumentou o risco de desenvolver hipertensão. O aumento da hipertensão associou-se com estresse no trabalho num risco de 3.20 vezes mais nas mulheres e 2.60 nos homens.
Estudo de trabalhadores de fábrica corroborou com estes resultados. Os investigadores encontraram que a duração aumentada dos deslocamentos durante o trabalho esteve associada com o aumento da pressão sistólica entre homens acima dos 30 anos.
O Estudo das enfermeiras mostrou que o IMC e a relação da cintura-quadril aumentou com duração crescente do deslocamento no trabalho. Em uma outra análise, Estudo II das enfermeiras concluiu que trabalhar fora do tempo estipulado foi associado com um risco aumentado de desenvolver o diabetes do tipo 2, e, quando as mulheres trabalharam menos de 20 horas por semana tiveram um risco mais baixo de diabetes.
Há marcadores séricos como: altos níveis de colesterol total, aumento da fração LDL colesterol, que se associam com um risco aumentado da doença cardiovascular e seguem relacionados com estresse de trabalho.
Um estudo com adultos suecos encontrou que os homens, que relataram o esforço elevado e a recompensa baixa no trabalho, tiveram níveis aumentados da relação colesterol total /HDL colesterol. Mulheres, cujos trabalhos requereram mais esforço, tiveram níveis mais elevados do LDL colesterol. As variações de IMC, hipertensão, níveis lipídicos são as evidências clínicas da relação entre o estresse de trabalho e a doença cardiovascular.
Retomando ao estudo Whitehall II a doença coronariana esteve aumentada entre homens (aumento 1.43 vezes), mas não entre mulheres. Entretanto, os homens e as mulheres experimentaram riscos aumentados da doença coronariana com demandas mais elevadas no trabalho. Este risco aumentado relacionou-se com estresse de trabalho em todas as classes de emprego na organização.
Um estudo brasileiro realizado na cidade de Juiz de Fora, mostrou que os agentes penitenciários examinados exibiram maior nível de estresse, maior peso corporal, maior circunferência da cintura, além de níveis mais elevados de triglicérides e níveis mais baixos de HDL- colesterol, sugerindo que há relação entre o estresse ocupacional destes indivíduos, sob maior demanda psicológica no exercício de sua profissão, e a síndrome metabólica, condição que envolve altos índices de morbi- mortalidade ligadas, principalmente, à doença cardiovascular aterosclerótica.

Prevenindo o problemaOs efeitos do estresse no trabalho constituem uma preocupação da saúde pública. Como clínicos, o melhor que nós podemos fazer é aconselhar pacientes sobre os eventos cardiovasculares e metabólicos potenciais associados com os níveis elevados do estresse e incentivar escolhas saudáveis e mudanças de hábitos de vida para pacientes em risco.

Talvez seja utopia pedir que os empregadores reduzam o estresse de trabalho em todos os níveis em nossa economia tão competitiva, e estes mesmos empregadores devem compreender que a saúde de seus empregados é o segredo de seu sucesso.
Devemos incentivar também a implementação de programas para a redução do estresse no trabalho e monitoramento de pacientes de risco, torcendo pela melhora nos resultados metabólicos, cardiovasculares e emocionais dos indivíduos expostos.

Será que o estresse realmente engorda?

Acabe com a sua dúvida sobre aqueles quilinhos que insistem em aparecer, mesmo quando a alimentação está equilibrada
A maioria das pessoas e até mesmo médicos e nutricionistas costumam dizer que são dois os fatores que levam às pessoas a ganharem peso: comer muito e se alimentar de forma errada. De alguns anos para cá, no entanto, vários estudos científicos publicados em revistas importantes demonstram que pessoas que sofrem de stress, angústia, ansiedade e depressão ganham peso mais facilmente.

Existem duas pequenas glândulas chamadas de suprarenais que, sob situação de stress, são estimuladas a produzirem alguns hormônios, entre eles o cortisol. Há muito tempo as pessoas sabem que quem usa remédio à base de cortisona costuma ganhar peso, mas só recentemente se descobriu que a quantidade desse hormônio está aumentando em pessoas que têm alterações emocionais.
O pior de tudo é que as pessoas que ganham peso devido ao stress tendem a acumular gordura na região abdominal, aumentando as chances de desencadear doenças como o diabetes, a pressão alta, infarto e derrame.

Além do cortisol, sabe-se que a serotonina, outro neurotransmissor -
mensageiro que ativa o cérebro, também influência o comportamento alimentar. Quando encontrada em níveis baixos no cérebro, pode causar sintomas de tristeza e depressão, sem contar que aumenta a compulsão pela comida, principalmente de carboidratos. Algumas mulheres que sofrem de tensão pré-menstrual (TPM), por exemplo, apresentam níveis baixos de seretonina durante esse período, o que pode transformá-las em verdadeiras chocólatras.

Mas o que fazer para evitar doenças como a depressão, síndrome do pânico e ansiedade que, assim como o estresse, também podem ser conseqüência da vida moderna e do fenômeno de globalização?

Em primeiro lugar é importante ter consciência de que estes são fatos reais e que devemos investir numa atividade física regular, pelo menos três vezes por semana. O exercício ajuda a aumentar naturalmente os níveis de seretonina do organismo. Técnicas como a ioga e meditação ajudam a baixar e até mesmo controlar o stress, melhorando a nossa qualidade de vida. Dormir bem também é fundamental, bem como procurar dedicar mais tempo à família e aos amigos.

Para os casos mais graves, hoje já existem medicamentos que podem auxiliar no tratamento. Porém, eles só devem ser ingeridos mediante prescrição e acompanhamento médico.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

7 erros de dieta


Todo mundo já deve ter ouvido falar que, para entrar em forma, não basta fazer exercícios. É preciso ficar atento à alimentação e tomar uma série de cuidados com qualquer tipo de dieta.

Jejum prolongado
Ficar muito tempo sem comer é um dos principais erros de quem faz regime.
Segundo Flávia, um longo período sem se alimentar gera uma ansiedade maior e, por conta disso, quando fizer a próxima refeição, a pessoa vai acabar comendo mais do que comeria normalmente.

Deixar de comer carboidrato ou proteína
Em hipótese alguma se deve deixar de comer qualquer substância por muito tempo. A proteína, por exemplo, fortalece as unhas e os cabelos, e sua falta os torna bastante quebradiços. O carboidrato, por sua vez, ajuda a aumentar a massa muscular. "Se for retirado da alimentação, o organismo passa a buscar outras fontes de energia, atacando o músculo e a gordura.
Assim, perde-se massa muscular e causa flacidez", ressalta Flávia. Portanto, a nutricionista aconselha uma alimentação balanceada, com as mais diversas substâncias, mas em quantidades reduzidas

Trocar uma refeição por frutas
Muita gente acredita que comer apenas frutas durante uma refeição é muito mais saudável do que um prato de comida. Mas a nutricionista alerta que esse é um erro grave, porque o almoço e o jantar devem ter um valor energético alto. Sendo assim, devem ser compostos por diversos alimentos, não se restringindo apenas às frutas.

Pular refeições
Segundo Flávia, grande parte das pessoas costuma eliminar o café da manhã sem saber a importância dessa refeição para o organismo. "O café da manhã é a base energética para o dia. Se não for realizado, o corpo deixa de fazer a liberação de glicose adequada e suficiente para o dia todo", explica. Assim como a primeira refeição, quem pula o almoço também prejudica o organismo. "O perigo vem à noite, quando compensa todas as refeições no jantar. É um período em que não há gasto de energia e, por isso, pode provocar um aumento de peso e ganho de gordura", completa a nutricionista.

Petiscos
Comer um pacote de bolacha, tomar uma garrafa de suco e beliscar outros aperitivos. Dificilmente alguém nunca ficou petiscando antes de alguma refeição. Flávia afirma que petiscar não é problema, mas torna-se ideal determinar o horário e a quantidade a ser ingerida. "As pessoas devem comer a cada três horas. Então, é preciso estipular mais ou menos um horário e separar, por exemplo, quatro bolachas. Assim ela controla quanto está comendo e não fica muito tempo sem se alimentar", ressalta. A nutricionista ainda reforça que o correto é fazer as três refeições principais (café da manhã, almoço e janta), intercalados com os lanches rápidos que podem ser um iogurte, três bolachas integrais ou frutas com iogurte, por exemplo.

Comer muito rápido
De acordo com a nutricionista, 90% das pessoas se alimentam muito depressa. "Isso é ruim porque não traz a sensação de satisfação assim que terminada a refeição", afirma. Flávia explica que demora cerca de 20 minutos para o estômago enviar uma mensagem ao cérebro informando que já está satisfeito. Se uma refeição é feita em 10 minutos, não dá nem tempo de informar o cérebro sobre a satisfação alimentar e a pessoa já está com vontade de comer de novo. Por isso que muitos apelam, nessas horas, para os petiscos.

Não beber água
Água é essencial para hidratar o corpo e ajudar no controle da fome. Não beber ou ficar muito tempo sem ingerir e depois tomar vários copos seguidos de uma só vez acaba sendo prejudicial ao organismo. "É importante beber água constantemente e controlar pelo xixi se a quantidade do líquido no organismo está suficiente: a urina deve ser sempre clara e sem cheiro forte", esclarece.

sábado, 18 de julho de 2009

Dicas para emagrecer com exercício físico

O que é melhor para emagrecer? Exercício físico, dieta ou uma combinação dos dois? Embora uma dieta restritiva promova emagrecimento mais rápido, a prática de exercício físico dá melhores resultados a longo prazo quando a pessoa faz disso um hábito.

Além de ajudar a emagrecer, a prática regular de exercício físico impede a recuperação do peso perdido, coisa comum quando a pessoa passa por dieta forte que não consegue manter por muito tempo.

Se você nunca praticou exercício físico, comece devagar e evolua gradativamente. Cuidado para não realizar exercício físico em intensidade muito forte, você não precisa se matar para conseguir os resultados esperados. O mais importante é a consistência. Então, a intensidade do exercício físico deve ser leve ou moderada, a qual você consegue manter por muito tempo, entre 65-80% da sua freqüência cardíaca máxima.

A maior parte dos especialistas recomenda ao menos 30 minutos de exercício físico de intensidade moderada todos os dias ou na maioria dos dias da semana. Para conseguir uma perda de peso substancial, pode ser recomendado fazer 1 hora ou mais de exercício físico de intensidade moderada todos os dias.
Preste especial atenção à hidratação. Quando você sentir sede, já será tarde demais pois já começou a ficar desidratado. Procure beber de 150 a 350 ml de água a cada 15 ou 20 minutos de exercício físico.